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Delicate Notes

As memórias são para ser partilhadas

Aniversário


No ano passado pelo meu aniversário, o programa foi um jantar no Pirate's Bay (rodízio de pizza com uma decoração muito original). Fiquei muito contente, pois desde que tinha lá ido que sempre quis que os meus anos fossem feitos lá. Este ano gostava de diversificar um pouco dos programas habituais de festas e comemorar o meu aniversário de uma forma diferente, original. 

Quando vi que o Happy Holi em Lisboa se realizará a 14 de Setembro, um dia antes do meu aniversário, que este ano calha a uma Segunda-feira pareceu-me uma óptima opção. Estou muito entusiasmada!

Decor | Mudar o quarto

Ao longo dos anos começei a deixar de me identificar com o meu quarto. Os móveis escuros e a decoração um pouco infantil levaram-me a ter uma grande vontade mudar. Contudo, para mim o ponto principal era mesmo a mobília. Móveis brancos e linhas retas, modernas. No entanto, uma mudança destas não é barata e não é algo que eu, neste momento possa mudar assim. Por isso, e ao ver algumas imagens e até o quarto de uma amiga minha que está muito bonito e no entanto tem móveis escuros, decidi que o maior problema talvez não fosse a mobília e que ao mudar pequenas coisas podia dar um ar bastante mais jovial e diferente daquilo que está, refletindo a minha personalidade. Tenho bonecos (não peluches, mesmo bonecos para enfeitar) que quando era pequena eram a minha delícia, mas agora já não o são. Como tal, pretendo tirá-los e substituí-los por outros detalhes bastante fáceis de arranjar e fazer (através de DIY).

 

1. A Colcha

Penso que este detalhe fará toda a diferença. A colcha que tenho atualmente tem umas flores e que apesar de gostar de padrão floral, estas são muito mortas e não têm nada a ver comigo. Pretendo comprar algo mais colorido, até pode ser florido, mas com tons de rosa, turquesa ou verde. 
2. Almofadas
Tumblr 
Pode parecer mentira, mas a verdade é que eu só tenho uma almofada, que é aquela com que durmo, na cama. Contudo, adoro aquelas camas recheadas de almofadas. Queria pelo menos mais 2 e de formas diferentes, só para dar um ar mais preenchido e confortável.
 
3. Montagem de fotos
Dream room ❃

Sinto que no meu quarto falta alma, faltam fotos que marquem momentos importantes da minha vida e que me façam acordar a ver todos os dias aqueles que mais gosto e me fazem felizes! Como tal, uma montagem ou em forma de coração parece-me ideal.

 

4. Arrumação

Uma caixa destas para colocar relógios, bijuteria, entre outros acessórios parece-me perfeita e com um ar mais clean e bastante organizado!

 

5. Bandeja Decorativa

O My Make Up Secrets é um dos meus canais de youtube na área de moda e beleza preferidos devido à sua qualidade e simpatia da Inês. Para além disso, ela tem feito também vários DIY, sendo que este me chamou bastante à atenção, onde podemos colocar o perfume, alguns brincos e um verniz em cima, por exemplo, dando-lhes destaque.

 

6. Peças vintage

 

Untitled

A Inês do canal que falei em cima mudou o seu quarto também há pouco tempo e uma ideia muito engraçada foi ter posto a máquina de escrever do pai. A máquina de escrever é apenas um exemplo, pois podemos utilizar também discos de vinil ou até mesmo aquelas miniaturas da Torre Eiffel (por a caso, tenho uma que a minha melhor amiga me trouxe de Paris) que dá um ar romântico e delicado.

 

7. Quadros

No meu quarto tenho apenas dois mini-quadros e têm anjos. Gostava de ter algo mais moderno e atual e adoro estes com frases inspiradoras ou até mesmo aqueles do Keep Calm ou com design feito pela Inslee.
8. Velas e flores
. | via Tumblr
Adoro velas pois conferem ambiente e alma a uma divisão. E as flores, que teriam de ser falsas claro, também. Eram elementos que gostaria de incluir no quarto.

 

E pronto, estas são as minhas primeiras ideias..Espero começar a mudá-lo aos poucos este Verão! O que acharam? 

Relationships are messy

Há dois anos atrás, também na altura das marchas falei-vos do D., até chegámos a namorar. Durou pouco tempo, porque faltava uma coisa muito importante: sermos amigos antes de sermos namorados. E desde essa altura que ele está presente na minha vida, indiretamente, mas está. Este ano nas marchas, aproximámo-nos e eu disse-lhe que não queria nada mais além de conseguir estar com ele sem ter vergonha, dizer-lhe mais do que um simples "olá" na rua e esboçar um sorriso, acima de tudo conseguirmos ser amigos. Da parte dele, o sentimento cresceu e da minha ______. Sim, é isso mesmo. A minha está vazia. Este é o meu estado: ?, um grande ponto de interrogação. Nuns momentos, sinto que não o quero perder e que ele é muito importante para mim, mas em outros sinto que não quero estar com ele e que prefiro deixar as coisas como estão, pois já tentámos vezes demais para saber que nunca vai resultar. A verdade é que quando não se sabe o que se quer, acaba por se perder tudo. Acho que é isso que me vai acontecer.

Ainda por cima, desde que o T. acabou com a namorada dele (há meses atrás), anda insuportável. Parece bipolar, num momento está bem, em outro explode e tem atitudes para as quais não encontrava explicação, até ele me dizer que gostava de mim (outra vez). E a história repete-se novamente. O D. interessado outra vez e o T. sempre lá no meio (e vice-versa). Afinal se o T. gosta de mim, deveria querer ver-me feliz, mas não. Tenho a perfeita noção que se avançasse com o D. ele nunca me apoiaria nisso. Ele tem revelado que está mudado e muito. Este ano, mudou-o, para pior. Está frágil como uma pena, a personalidade tornou-se fraca, ele fica mal ao pé de nós só para chamar à atenção, faz-se de vítima como se o mundo tivesse desabado sob ele. E pior, quebrou a confiança que eu tinha nele. Estão a ver aquelas pessoas que vocês sabem que podem contar tudo, que ele vai sempre guardá-las só para ele e não partilha com mais ninguém? Pois, ele era essa pessoa e até isso mudou. Para mim, a confiança é a base das relações, sejam elas de amizade ou não. E quando esta é quebrada, é difícil recuperá-la. Estou no mínimo desiludida e triste. Ele tem atitudes que não se explicam e que estão a atingir não só a mim, mas também aos nossos amigos comuns que dizem que já não aguentam mais. Só espero que as coisas melhorem, porque está tornar-se difícil de lidar com isto.

Frozen - O bailado

Estão a olhar para mim! Sim, porque vou ser o Sven. Ou melhor, não sei se vou fazer o espetáculo. A minha personagem é a Anna, a minha professora vira-se para mim "Tens mesmo cara de Anna, tu serias a Anna, mas não pode ser." E não pode ser porquê?, perguntam vocês. Porque há dois anos atrás fui personagem principal no bailado da Alice. Se soubesse o que sei hoje, nunca teria aceite esse papel. Primeiro porque não gosto da história da Alice no País das Maravilhas e segundo porque basicamente o que eu fiz foi andar a correr atrás de pequenas. Sim, entrei em praticamente todo o espetáculo, mas nunca foi para mostrar o que realmente danço e as minhas capacidades. Ao contrário de colegas minhas que tiveram solos em que puderam mostrar isso (tendo personagens menos importantes) e que agora são as personagens principais do Frozen e terão direito a Pas de deux e a solos como eu não tive quando fui personagem principal. E claro que compreendo que não possa voltar a ser personagem principal, mas a prof. está a ligar ao nome e não propriamente ao trabalho que eu desenvolvi a fazê-lo, que foi, como já referi correr atrás das pequenas. 
O Frozen é um filme que eu adoro e sinto-me muito frustada por só por ter feito de Alice ser penalizada agora. Ainda por cima acho que trabalhei para isso e há 3 anos consecutivos que sou a melhor nota em exame. 
E depois não consigo suportar a falta de humildade de algumas pessoas e que quando foi a minha irmã a personagem principal, fez-lhe a vida negra, quando fui eu, a inveja era notável e agora que o é, não se pode aturar. E é simplesmente porque ela e a mãe dela compram a prof. com mentiras e nas costas só dizem mal. E só a prof. é que não vê a realidade, porque nós bailarinas é que sofremos com aquilo. Se ela quer ficar à frente fica, ela consegue tudo o que quer...Mesmo em outros bailados, se queria ficar no centro ficava, se queria ficar à frente, ficava. Sempre assim!
Para além disto e tendo em conta os custos do exame, a minha mãe não está disposta a investir dinheiro no espetáculo e por isso, também não sei até que ponto vale a pena investir em algo pela qual eu nem me vou divertir a fazer, porque ontem tive os primeiros ensaios e foi horrível. Mas não quero desistir, porque sei que vão dizer que apenas estou a desistir por não ser personagem principal, mas não é. É mesmo porque a minha mãe não pode financiar isto após um ano de imensos gastos para o exame. É que é preciso pagar a pianista, a deslocação da examinadora, sapatilhas, maillot, um lenço que utilizamos que é apenas um pedaço de tecido mas custa balúrdios, collants, saia character, sapatos, saia de chiffon...É um investimento muito grande. E agora ter de investir num fato que nem sei se me fará feliz, não sei até que ponto vale a pena. 

Não percebo! (14)

Irrita-me profundamente que as pessoas não saibam conciliar as coisas. Tenho um amigo meu que desde que começou a namorar nos deixa de parte. Diz-nos "olá" ou faz um simples adeus, mas já não está connosco quando estamos todos juntos, já não partilhamos longas horas de conversas. Eu própria se começasse a namorar, precisaria daquele espaço, daquele tempo para aproveitar com os meus amigos. Mas ele não a larga. E já aconteceu eles acabarem e depois ele passar a vir ter connosco sempre. Assim que voltaram, lá ficámos nós outra vez para trás. Nós não apoiamos a relação, mas respeitamos e ele sabe disso. Não sei como vou reagir com ele da próxima vez que eles acabarem...Se vou limitar-me a esquecer e estar normal com ele ou se vou explicar-lhe como me sinto em relação a isso.

Optimus Alive

Estive este tempo todo à espera para saber quem eram os cabeça de cartaz do dia 12, pois havia rumores de serem os Coldplay e tudo apontava para que sim e dessa forma, eu iria sem duvidar ao dia 12. Quando revelaram finalmente, a menos de um mês do festival quem eram, decidi logo que o dia 10 valeria muito mais a pena. Pois era, mas trocaram-me as voltas! E agora não há dia 10 para ninguém. Ainda por cima porque ia comprar o bilhete por um cartão prenda da Worten dado pelos meus padrinhos, pelo que se quiser comprar bilhetes a alguém que os esteja a vender, não posso, porque o dinheiro está no cartão. Obrigadinha Optimus Alive!

(outra vez) a C e pela última vez

A C. já foi a protagonista de vários textos meus aqui no blog e hoje não será excepção. Mas será a última vez. Não sei se se recordam da situação de uma amiga minha, a C. que descobrimos estar com uma depressão (ou inventada por ela, já nem sei), mas pronto, ela cortava-se. O meu grupo chorou por ela, fizémos tudo para a fazer sentir bem, integrada e ela só soube foi dar-nos para trás. Afastou-se e juntou-se a quem nunca lhe ligou. Mas nós fomos persistentes. Nós não desistimos dela, até hoje. 

No final do ano passado, as coisas começavam a voltar ao normal e a tomar os contornos certos. Mas eu sabia que se havia amizade que não íamos conseguir manter era a dela. Eu sentia. E isso está hoje provado! O grupo todo unido, menos a C. Desde que mudou de escola, ela mudou, está diferente. Ou melhor, eu apoio a teoria de que ela não mudou, apenas pôde finalmente revelar-se e ser quem sempre quis. Ter os amigos que quer, sair à noite, embebedar-se, fumar, perder a virgindade, ter tudo o que quer na palma da sua mão e ser uma pessoa vazia, sem objetivos. A própria mãe dela deixou de ter controlo sobre a situação. Primeiro está com uma depressão em cima, devido ao divórcio. E por causa disso, ela tenta dar tudo o que a C. quer, tudo para que a C. queira ficar com ela, goste mais dela. Mas a C. gosta de quem tem mais dinheiro. Esta é a realidade e nesta situação, o pai é quem tem mais dinheiro. Portanto a mãe bem pode tentar, dar o mundo por ela, que ela vai sempre defender o pai. Basicamente chegou a um ponto em que a C. a tem sob controlo, em vez ser ao contrário. 

Durante todo este ano letivo e vocês bem sabem o esforço que eu fiz para manter amizades (as que valiam a pena!), eu metia conversa com ela, tentava saber o que se passava, o que acontecia, como é que ela se sentia na nova escola, as novas amizades. Interessava-me por ela, mostrava preocupação. E o que ela disse à A. é que gostava quando nós o fazíamos, quando punhamos conversa com ela. E eu? E nós? Nós não gostamos? Também não gostamos de saber que ela se preocupa connosco? Pois, mas foram 0 as vezes que foi ela a pôr conversa comigo e se o fazia a conversa recaía sobre os interesses dela. Mas eu cansei-me de correr atrás, cansei-me de preocupar sem ver retorno. E não voltei a pôr mais conversa com ela. 

Em Janeiro, nos anos da minha melhor amiga (que faz parte do nosso grupo), vamos chamar-lhe A1, eu comecei a sentir as coisas diferentes. Mas nessa altura, ainda punha conversa com ela. Aliás, a nossa última conversa foi a 20 de Fevereiro (um mês depois dos anos). Mas como estava a dizer, as coisas estavam diferentes. Ou melhor, ela sempre foi assim, com o seu lado de convencida, mas agora estava mais intenso e chegava a tocar o arrogante. Nós contávamo-lhe as novidades e ela desvalorizava tudo o que de bom acontecia na nossa vida, evidenciando o quão melhor era o namorado dela, a vida dela, o facto de ter um iphone (que a faz claro uma pessoa superior) e de em pleno Inverno estar vestida de Verão, just like a slut. Senti-me triste. Por um lado, eu sabia que ia ser assim, que o desfecho era este, a partir do momento em que ela se afastasse de nós. Mas tentei não acreditar nisso e lutar para que isto não tomasse estas proporções.

Afinal, os novos amigos dão-lhe uma coisa que nós não damos: estatuto social. Nós não saímos todas as sextas e sábados à noite (isto é uma piada para o meu pai), não nos embebedamos até não sentirmos a cabeça, não fumamos à porta da escola porque somos fixes, não andamos com a barriga à mostra e calções-cueca ou leggins até ao umbigo e não nos pintamos como palhaços. Nós temos objetivos, queremos fazer algo com a nossa vida, temos sonhos para realizar...Sonhos que vão além disto. 

Hoje a C. faz anos. E ao pensar o quão feliz eu era há 2 anos atrás. Estávamos na casa dela, a pintar as unhas, a ver o jogo de Portugal no Euro e a rirmos até às quatro da manhã como umas doidas. No dia seguinte íamos à praia e neste dia eu pensei que tinha encontrado as minhas pessoas. Tão ingénua! Na verdade tinha, todas elas, menos a C. 

Este ano eu e a A1 não fomos convidadas. A M. e a A2 foram. E tudo porquê? Porque continuam a ir atrás dela como umas cadelinhas. Porque se submetem e deixam-se ser rebaixadas por ela. Porque mesmo que ela não lhes ligue nenhuma, elas continuam a correr atrás. Mas para mim chega. A A2 perguntou-lhe se nos tinha convidado e ela ganhou vergonha na cara e pôs no nosso grupo no facebook "os meus anos vão ser hoje às xx, no sitio xx, preciso de saber quem vai". Adivinhem só qual o programa! Sair à noite, beber até cair. 

A minha vontade para ir e conviver com as pessoas dela era nula e também o meu pai nunca me deixaria ir sair para um bar. Como tal, disse-lhe que não podia ir. E obtenho a resposta "pois, já estava à espera". E foi aí que explodi e espalhei o meu veneno. Disse-lhe: "C. não precisavas de me convidar só para não parecer mal ;)" Sim, pus mesmo este smile irónico...Porque convidar pessoas a faltarem horas para a festa, é mesmo a querer que elas vão! Ela respondeu "sim, B, sim! o que eu mais preciso são discussões". Limitei-me a dizer-lhe que não estava a discutir, apenas a dizer-lhe que não me tem de convidar por obrigação. Mas reparem que ela não negou, apenas usou a desculpa que usa sempre. Mas mais tarde, fugiu-lhe a boca para a verdade: "sim, eu só convidei a M. e a A. porque elas são as únicas que ainda falam comigo". Aí surgiu uma grande discussão entre nós todas em que a única coisa que fizémos foi alimentar algo sem solução, um caso perdido e magoar-nos umas às outras. E depois a forma como ela escrevia, à xunga, a tratar-nos por amor e a dizer que só se arrependia era de ter voltado a falar com a A1. 

Pior ainda foi aquilo que ela disse e que magoou a A1: "uma coisa podes ter a certeza: pelo menos não são pitas mimadas e com a mania que são gente fina, pelo menos sabem divertir-se sem mostrar tudo o que têm e sem se armarem ao contrário de ti.  Fica bem." Isto deu-me vontade de rir, a sério. É que aquilo que ela a acusou de ser é exatamente a descrição de si própria, mas eu disse-lhe isso mesmo. Mas ela nem respondeu, só criou conflitos com A. 

Eu conheci a C. na natação, ao mesmo tempo em que conheci a A2. Não gostávamos umas das outras. Éramos do pior! A A2 e a C. eram melhores amigas e quando soube que no básico a A. ia entrar para a turma, detestei a ideia. Mas o tempo foi passando, e a ideia que temos das pessoas (ainda para mais, cenas de infância) vai mudando. Hoje em dia eu e a A2. somos grandes amigas e foi por intermédio da A2. que o nosso grupo se começou a dar com a C. Continuava a ter dúvidas em relação a ela, mas decidi dar uma oportunidade e num ano, os momentos que passámos juntas ultrapassaram qualquer uma dessas dúvidas. Hoje voltámos ao ponto de onde começámos. 

Se me perguntarem como me sinto neste momento, digo-vos que estou bem em relação a isto. Uma das minahs qualidades é não dar demasiada confiança às pessoas e de não acreditar que elas são a bondade em pessoa e corações moles (que é exatamente o que a minha melhor amiga faz e depois acaba por sofrer o dobro). Porque na verdade eu sempre soube que isto ia acontecer. Já sabia que não ia ter retorno, pelo que agora na hora em que aconteceu, não estou abalada como a A. E escrever isto ainda me deixou mais descontraída, aliviada e com a sensação de capítulo encerrado.

Realmente há pessoas que entram e saem da nossa vida. Neste caso, tinha mesmo de sair. E se saiu, é porque não faz assim tanta falta. Até um dia C. 

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Beatriz, 17. Ciências e Tecnologias


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