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Delicate Notes

As memórias são para ser partilhadas

Não há paciência!

Luxurious Diary | via Tumblr

Detesto quando me chamam para ir almoçar ou jantar e passados 5 segundos já me estão a chamar outra vez. Se ainda não fui, é porque estou a fazer alguma coisa importante. A acabar de me organizar, a acabar uma parte de um trabalho ou a encerrar o estudo de uma matéria que não faz sentido deixar pendurada para depois da refeição. E depois vem as frases do género "vais comer isto tudo frio". Mas quem é que vai comer? Eu. Se o tenho de comer frio, vou ser eu, ninguém vai ter de o comer frio por mim. Claro que às vezes, chamam-me e eu fico a fazer nenhum à espera de me levantar para ir jantar, mas durante o período de aulas e principalmente testes, rara é a vez em que não tenho nada para fazer.

Outra coisa que detesto é a falta de consideração que às vezes o meu pai tem. Digo-lhe que tenho de estudar e que agora não posso e ele mesmo assim insiste, dizendo que é rápido. Vem-me pedir para ver coisas na net, no e-mail ou para fazer as leituras no site da EDP. Detesto que faça isto! Sou bastante organizada e tenho sempre as coisas planeadas, embora às vezes, não as consiga cumprir e se me atrasam alguma das coisas que tinha para fazer, fico logo toda desrregulada e apetece-me deitar tudo ao ar porque me desorientaram. Terei toda a disponibilidade para ele quando não tivernada para fazer, mas se digo que tenho mesmo de estudar, então deixem-me no meu canto. Manual de instruções para lidar comigo, vai ser preciso?

O peso de não me imaginar a fazer outra coisa

x | via Tumblr

No início do 10º ano comecei por não querer contar a ninguém que já me tinha decidido. Que era mesmo aquilo que queria (e quero!) e que ia lutar por isso. Se corresse bem, então saberiam a seu tempo. Se desse para o torto, ninguém saberia e não teria de enfrentar conversas como: "Oh, não conseguiste entrar" para as quais não tenho a mínima paciência. Afinal se ninguém soubesse, era mais fácil. Comecei por responder "Ainda não sei.", "Não tenho bem a certeza" e para os mais insatisfeitos: "Quero algo na área da Saúde" à pergunta "Então e o que queres seguir?". A verdade é que, e não sei como, perdi o controlo disto. E a pouco e pouco, deixou de ser algo só meu e passou a ser algo que os mais próximos sabiam. Sei que tenho quem me apoie nisto e os meus pais, mostram-se disponíveis a fazer os possíveis para eu ter todo o apoio para conseguir o meu melhor. A minha mãe sempre soube. Não era preciso dizer-lhe para que ela o soubesse. Ao meu pai e à minha avó paterna tentei sempre esconder, porque detestava quando se punham com conversas a enaltecer os bens e a vida que um determinado médico que conheciam leva e que isso me dava estabilidade financeira e aquelas conversas todas da treta. Juro-vos, que ponderei durante anos e aliás, fiz-me de difícil dizendo que a ideia de medicina era só a ideia de criança. Que já me tinha passado...Só para ver se eles tiravam aquela ideia da cabeça. Mas cá no fundo, o sonho nunca deixou de existir. Era apenas para os contrariar. 

Confesso que pensava que o secundário ia ser mais fácil. Tão ingénua. A verdade é que não é, pelo menos para mim não está a ser só estalar os dedos. As recaídas e vontade de chorar de um momento para o outro são constantes e vou-me a baixo com pouca coisa. A pressão que tenho em cima, os momentos de dúvida, o peso que carrego só eu sei. Porque não vale a pena irritarem-se comigo por ter tido uma nota menos boa. Porque a única coisa que conseguem é desmotivar-me ainda mais, visto que a minha principal inimiga sou eu. Eu, que me culpo por tudo o que fiz menos bem. Não me imaginar a fazer outra coisa na vida e saber que isso depende destes 3 anos, é um peso que não consigo tirar de cima, nem por um bocadinho. Tenho alturas em que me faltam as forças. E não quero ser uma frustada. Não quero. Quero tanto isto e há tanto tempo...E às vezes mesmo com tanto trabalho e esforço não consigo. Eu espero mesmo daqui a dois anos estar a escrever um post no blog em como consegui! Consegui concretizar o que tanto desejei e tirar o peso que tinha em cima há tanto tempo. Ao escrever isto, as lágrimas vêm-me aos olhos e imagino como irei reagir se isso acontecer. Acho que vou chorar. É o mais provável... Até lá, resta-me continuar a trabalhar e vocês a levarem com momentos em que a pessoa em quem mais duvido sou eu mesma. Quero tanto isto, tanto. 

Scarfs everywhere

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A Lovely Pepa é uma das minhas bloggers internacionais favoritas. Confesso que já fui uma seguidora mais assídua que agora, e acabo por a acompanhar mais no instagram que no blog. Foi lá que vi este look que ficou logo nos meus favoritos e aguardei que saísse o post. Para além do quanto gosto do look, o ponto principal do mesmo, é mesmo o cachecol-manta de xadrez. Para além de super quentinhos e confortáveis, estão a tornar-se quase obrigatórios no nosso roupeiro. 

Sempre gostei de no Outuno/Inverno aquecer o pescoço com uma encharpe, um cachecol ou gola e este ano, pretendo adquirir um destes cachecol-manta. Quem mais é fã?

O meu pseudo-blog

Sim! Pseudo-blog é mesmo o termo correto. Acho que nunca andei tão afastada daqui como ultimamente. Na verdade, afastada eu nunca ando, visto que ando sempre a ler as novidades pelo bloglovin. Mas isso é fazer o meu papel de leitora. Agora, o papel de autora do blog é que anda um pouco murcho. E isto resume-se ao facto de o blog espelhar a minha vida, cuja descrição é: igual a sempre, normal e desinteressante. E a verdade é que nada de relevante acontece no meu dia e isso faz com que não tenha nada para escrever aqui. A juntar a isto ainda se junta a força da gravidade que me atrai para o sofá nas horas vagas (que ultimamente também não têm sido muitas). Mas pronto, só vos queria dizer que ainda aqui estou e que estou para ficar. Mesmo que por vezes o blog esteja num silêncio ensurdecedor. Eu volto, sempre. 

Não percebo (15)

O fascínio de 99,9% da população pela Primark. Entrei pela primeira vez na Primark no passado Domingo. Quando me estava a dirigir para a loja, parecia que estava a andar em contra-mão contra uma multidão de pessoas com sacos que não cabiam em apenas duas mãos. As minhas expectativas eram elevadas. Tanta gente a falar bem e inclusive, vejo alguns hauls em que se mostram peças e acessórios giros de lá. Talvez tenha sido do centro comercial, o Colombo. Ou talvez tenha sido do dia. Domingo, 17h30 da tarde. Não foi o melhor dia, pois não? Loja de pantanas, uma fila para pagar que ia desde as caixas à porta e dava a volta (vá, isto é só uma hipérbole) e quase não sabia onde procurar o quê. É verdade que se fazem achados na Primark, coisas giras e baratas que compensam. A minha irmã já comprou lá alguns acessórios e coisas para a casa. Mas tirando isso, não sei se o barato compensa na qualidade. E não achei assim nada tão lindo e deslumbrante e maravilhoso que meta o mulherio português louco. Mas pronto, isto sou só eu. Talvez dê uma outra oportunidade. Mas visto que também não há nenhuma Primark perto de casa, vai ter de ficar para depois.

Cara a cara com um cometa

Dez anos e sete meses depois de uma longa viagem, a 12 de novembro, a sonda Rosetta separa-se do robô para pousar num cometa, operação nunca antes experimentada. E aqui está, a primeira fotografia panorâmica enviada pelo Philae. Apesar de nem tudo ter corrido como esperado, é um marco na conquista do espaço, para compreendermos a origem da Terra e do Sistema Solar e a órbita realizada pelo cometa em torno do Sol. Cá da Terra, resta-nos ficarmos de olhos postos no céu. 

Publicidade que me enche o coração

Adoro esta publicidade da Calzedonia! Aliás, esta e tantas outras. Normalmente a publicidade da Calzedonia nunca desilude e é uma fonte de inspiração. Há aqueles anúncios que nos preenchem o coração e nos deixam a pensar e este é um deles. Para além deste, também há o anúncio da Mc Box do Mc Donalds que eu não encontrei na internet, mas que é a coisa mais amorosa de sempre! Inspirem-se. Life is a journey, enjoy every single step

Querido Pai Natal - New Balance

Para contradizer os Invernos anteriores, em que as botas eram o centro das atenções, esta estação são, sem dúvida os ténis. Na minha opinião, não há como não gostar! Reunem vários pontos positivos pois, para além de estarem na moda, são confortáveis, pelo que se tornam práticos para o dia a dia. O difícil é mesmo escolher a cor e o formato, visto que hoje em dia, os ténis estão cada vez mais femininos. 

Tendo em conta que os ténis que tenho atualmente são uns Vans, que para o Inverno não são muito apropriados e também diga-se, a qualidade deles (e já é o segundo par, pelo que não posso ser acusada de não lhes ter dado uma segunda oportunidade) me desiludiu. Assim, os New Balance parecem-me uma boa escolha. O senão é mesmo o preço e se valem realmente o investimento. Quanto à cor, isso é fácil! Adoro burgundy e principalmente no Inverno, dou-lhe imenso uso, visto que tenho várias peças desta cor e é fácil de conjugar. Vamos lá ver se o Pai Natal vai ser bondoso!

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Beatriz, 17. Ciências e Tecnologias


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