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Delicate Notes

As memórias são para ser partilhadas

Relationships are messy

Há dois anos atrás, também na altura das marchas falei-vos do D., até chegámos a namorar. Durou pouco tempo, porque faltava uma coisa muito importante: sermos amigos antes de sermos namorados. E desde essa altura que ele está presente na minha vida, indiretamente, mas está. Este ano nas marchas, aproximámo-nos e eu disse-lhe que não queria nada mais além de conseguir estar com ele sem ter vergonha, dizer-lhe mais do que um simples "olá" na rua e esboçar um sorriso, acima de tudo conseguirmos ser amigos. Da parte dele, o sentimento cresceu e da minha ______. Sim, é isso mesmo. A minha está vazia. Este é o meu estado: ?, um grande ponto de interrogação. Nuns momentos, sinto que não o quero perder e que ele é muito importante para mim, mas em outros sinto que não quero estar com ele e que prefiro deixar as coisas como estão, pois já tentámos vezes demais para saber que nunca vai resultar. A verdade é que quando não se sabe o que se quer, acaba por se perder tudo. Acho que é isso que me vai acontecer.

Ainda por cima, desde que o T. acabou com a namorada dele (há meses atrás), anda insuportável. Parece bipolar, num momento está bem, em outro explode e tem atitudes para as quais não encontrava explicação, até ele me dizer que gostava de mim (outra vez). E a história repete-se novamente. O D. interessado outra vez e o T. sempre lá no meio (e vice-versa). Afinal se o T. gosta de mim, deveria querer ver-me feliz, mas não. Tenho a perfeita noção que se avançasse com o D. ele nunca me apoiaria nisso. Ele tem revelado que está mudado e muito. Este ano, mudou-o, para pior. Está frágil como uma pena, a personalidade tornou-se fraca, ele fica mal ao pé de nós só para chamar à atenção, faz-se de vítima como se o mundo tivesse desabado sob ele. E pior, quebrou a confiança que eu tinha nele. Estão a ver aquelas pessoas que vocês sabem que podem contar tudo, que ele vai sempre guardá-las só para ele e não partilha com mais ninguém? Pois, ele era essa pessoa e até isso mudou. Para mim, a confiança é a base das relações, sejam elas de amizade ou não. E quando esta é quebrada, é difícil recuperá-la. Estou no mínimo desiludida e triste. Ele tem atitudes que não se explicam e que estão a atingir não só a mim, mas também aos nossos amigos comuns que dizem que já não aguentam mais. Só espero que as coisas melhorem, porque está tornar-se difícil de lidar com isto.

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Beatriz, 17. Ciências e Tecnologias


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