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Delicate Notes

As memórias são para ser partilhadas

A vida antes do secundário

 

Tenho saudades da minha vida antes do secundário. Saudades de me rir espontâneamente com o meu grupo de amigos todos os dias. De os ter comigo e de estarmos todos juntos todos os dias. A verdade é que, mesmo tendo dito que a adaptação a estar longe das pessoas que conhecia, na altura, há nove anos ou mais foi fácil, quando se conhece as duas realidades, escolhia o antes. Saudades de ter a minha irmã em casa e poder partilhar momentos que antes eram diários e que agora se tornaram menos frequentes. Saudades de poder ver as minhas séries favoritas. De acordar tarde ou simplesmente de acordar sem sentir que apenas fechei os olhos. Amanhã voltamos à rotina. 

A sensação pós-Natal

Minions 🎅🎄

Antes de mais, espero que tenham tido um ótimo Natal, recheado de alegria e na companhia dos que mais gostam!

Se 2014 foi um mau ano, parece que vai ser assim até ao fim. O meu Natal foi, no mínimo, estranho. Foi talvez o pior Natal que eu já tive desde sempre. O ambiente que se vivia cá em casa não era o melhor e parecia que toda a gente tinha acordado com os pés de fora. Espero sinceramente que para o ano as coisas sejam diferentes, melhores. No entanto, tento pensar positivo e que o importante é que estávamos juntos, independentemente de tudo. Não sei o que seria se não tivesse a minha irmã comigo, visto que pelo menos com ela deu para me divertir.

Apesar do ambiente que se viveu cá em casa não ter sido o melhor, isso não impediu que eu ficasse a rebolar com todas as delícias de Natal ou até mesmo com a nostalgia de estes dois dias terem passado numa correria! É um sentimento que me atinge sempre após esta época festiva. Afinal desde Novembro que os centros comerciais são invadidos de decorações natalícias, a saudade desta época evoca-nos para ouvir músicas de Natal, o espírito natalício começa a instalar-se e já não se fala em outra coisa! 

O início de Dezembro é marcado pela decoração das nossas casas, nomeadamente montar a árvore de Natal. À medida que 25 de Dezembro se aproxima, os centros comerciais ficam lotados e as ruas das grandes cidades, frias e iluminadas, na qual se sente o espírito e o cheiro a castanhas que paira no ar. 

A verdade é que o mês de Dezembro passa a correr e o Natal ainda mais! E depois acabo sempre por ficar com uma sensação de que passou tudo num abrir e fechar de olhos, que não aproveitei tudo bem e que agora só acontece outra vez daqui a um ano e nas saudades que já deixa! É como se tivesse passado semanas a planear tudo e agora tudo se resumisse a dois dias de festividades. Resta esperar que esta sensação passe e aguardar pelo próximo ano. Até para o ano Natal!

Por Lisboa

E como já se torna habitual em todas as interrupções letivas, fui passar uns dias a Lisboa à casa em que a minha irmã está a viver. Eu adoro Lisboa e no Natal, parece que a magia e o espírito se encontra em cada dobrar de esquina. 

Fui no domingo à tarde e começámos por ir à feira popular que serviu para nos divertirmos e em seguida, fomos ao Choupana Caffe. Foram as redes sociais que me suscitaram a curiosidade de visitar este local e não me arrependo! Gostei imenso, desde a decoração à comida. Tudo ótimo! 

Na segunda-feira foi um dia de irmãs. Acordámos tarde e em seguida fomos para o Chiado. Aproveitei para comprar um vestido que queria há muito tempo e que já não havia em nenhuma loja perto de casa e para ver as iluminações de Natal, o "Fantástico Desejo de Natal" exibido no Terreiro do Paço e passear. Hoje estou de regresso a casa para comemorar o Natal, mas estes dias souberam-me muito bem e são para repetir...nas férias da Páscoa!

O Natal de hoje

<3

Apesar de cada vez mais o Natal ser uma época de consumismo, penso que face à situação financeira que atravessamos, as crianças que vivem neste momento os melhores anos dos seus Natais, desde pequenos foram habituados à moderação no que diz respeito às prendas. A verdade é que, há diferenças que se acentuam há medida que o tempo avança. Um exemplo disso sou eu e a minha irmã. Quando ela era pequena, os Natais não eram tão recheados como foram depois para mim. Afinal os meus pais ainda estavam nos primeiros anos de vida conjunta e à procura de estabilidade financeira. 

Durante toda a minha infância, tive os melhores natais de sempre. Não apenas pelas prendas com as quais me deliciava, mas principalmente pela união da família e por a minha irmã me ter feito acreditar no Pai Natal até aos 12 anos e é das coisas que mais lhe estou agradecida. Graças a isso, essa magia prolongou-se mais do que é normal, visto que eu devia ser a única criança da minha idade a acreditar. Mas enquanto acreditei foram realmente os melhores natais de sempre (aliás, eu já contei essa história aqui no blog)! 

Sempre adorei o Natal e continuo a adorar, mas claro que as coisas já não são como antes. Há medida que crescemos as coisas tornam-se diferentes. Não que a magia se perca, porque essa continua cá sempre e é ela que alimenta os meus Natais, mas há medida que cresço vou vendo o Natal com outros olhos e acaba por me fazer ser mais moderada e aprender que nem sempre dá para termos tudo aquilo que queremos e que especialmente como o país está, há coisas bem mais importantes do que arrasarmos a conta bancária pelo Natal. 

Do Natal

dreams

Sim, já me sinto nostálgica. E todos os anos acontece o mesmo. Porque, na verdade, anseio por esta noite durante semanas. Toda a preparação, desde as prendas, às decorações e não esquecendo os doces que nos fazem perder a linha. Mas quando chega o dia, passa tudo tão depressa e é vivido com tanta intensidade que quando dou por mim já é dia 26. E isso faz-me desejar que o próximo Natal chegue rápido. 

Cá por casa o Natal foi muito bom. Não fugiu muito às tradições, mas afinal é disso que é feito o Natal. É verdade que cada ano sinto falta de acreditar no Pai Natal, porque acreditar fazia parte da magia. Mas pronto, continuo a sentir o espírito. Como foi o vosso Natal?

Beatriz, 17. Ciências e Tecnologias


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