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Delicate Notes

As memórias são para ser partilhadas

Não percebo (16)

Første dag i Berlin (Martine Rødland Egeland)

No passado dia 22 de Dezembro fui pela primeira vez consumir no Starbucks e a desilusão não poderia ter sido maior. A minha irmã já me tinha avisado que o preço não compensava a qualidade e que uma vez tinha consumido lá e as natas não eram grande coisa (pelo menos em relação a outros locais). Mas mesmo assim contrariei este facto, pois toda a gente fala tão bem e adora ir lá, que não podia ser assim tão mau. A verdade é que não é assim tão mau, mas não vale o dinheiro.

No meu 8º ou 9º ano já tinha ido ao Starbucks em Belém e foi uma excitação que rapidamente acabou. Eu e as minhas amigas entrámos lá dentro e ficámos a observar, tal como as pessoas normais (digo eu) fazem quando entram num local novo e rapidamente levámos com um "Se não vão consumir, podem sair." Mais arrogante e rude não podiam ter sido, porque até se fôssemos consumir, esta resposta tira-me logo o apetite e saí imediatamente.

Há uma semana atrás quando lá fui, quem me atendeu também não era simpático e nada disponível para ajudar. Quanto ao que pedi, no cartaz tinha um aspecto delicioso e depois o sabor deixou muito a desejar. A verdade é que não percebo o fascínio pelo Starbucks. Pelo menos as duas experiências que tive até agora não foram o melhor e não tenciono voltar lá brevemente. 

A mim quer-me parecer que o que vende é a marca, porque nem a simpatia dos empregados nem o produto compensa o preço que se paga! É a marca e o facto de lá fora, as celebridades se passearem com café do Starbucks. A cima de tudo o Starbucks é uma moda e o que vende é a marca, não a qualidade. É a minha opinião.

Não percebo (15)

O fascínio de 99,9% da população pela Primark. Entrei pela primeira vez na Primark no passado Domingo. Quando me estava a dirigir para a loja, parecia que estava a andar em contra-mão contra uma multidão de pessoas com sacos que não cabiam em apenas duas mãos. As minhas expectativas eram elevadas. Tanta gente a falar bem e inclusive, vejo alguns hauls em que se mostram peças e acessórios giros de lá. Talvez tenha sido do centro comercial, o Colombo. Ou talvez tenha sido do dia. Domingo, 17h30 da tarde. Não foi o melhor dia, pois não? Loja de pantanas, uma fila para pagar que ia desde as caixas à porta e dava a volta (vá, isto é só uma hipérbole) e quase não sabia onde procurar o quê. É verdade que se fazem achados na Primark, coisas giras e baratas que compensam. A minha irmã já comprou lá alguns acessórios e coisas para a casa. Mas tirando isso, não sei se o barato compensa na qualidade. E não achei assim nada tão lindo e deslumbrante e maravilhoso que meta o mulherio português louco. Mas pronto, isto sou só eu. Talvez dê uma outra oportunidade. Mas visto que também não há nenhuma Primark perto de casa, vai ter de ficar para depois.

Não percebo! (14)

Irrita-me profundamente que as pessoas não saibam conciliar as coisas. Tenho um amigo meu que desde que começou a namorar nos deixa de parte. Diz-nos "olá" ou faz um simples adeus, mas já não está connosco quando estamos todos juntos, já não partilhamos longas horas de conversas. Eu própria se começasse a namorar, precisaria daquele espaço, daquele tempo para aproveitar com os meus amigos. Mas ele não a larga. E já aconteceu eles acabarem e depois ele passar a vir ter connosco sempre. Assim que voltaram, lá ficámos nós outra vez para trás. Nós não apoiamos a relação, mas respeitamos e ele sabe disso. Não sei como vou reagir com ele da próxima vez que eles acabarem...Se vou limitar-me a esquecer e estar normal com ele ou se vou explicar-lhe como me sinto em relação a isso.

Não percebo! (13)

Boy | via Tumblr
Desde quando é que um rapaz se pronunciar em relação a outro rapaz é gay? A sério que não compreendo. É ridículo e não tem fundamento. Quando eles falam em raparigas, eu sei dar a minha opinião em relação às mesmas e concordar ou discordar. Mas quando o caso se inverte, saem-se com um "Eu não sou gay, logo não comento este género de coisas." Tipo?! Agora nós, raparigas, por invejarmos o corpo ou a beleza de alguma rapariga/mulher (seja ela famosa ou não) somos lésbicas? Realmente, estas criaturas são incompreensíveis.

Não percebo! (12)

Carpe diem

Perdoem-me as pessoas que o fazem (e vá, até há alguns looks bem conseguidos com elas [só mesmo alguns!]), mas não consigo entender o uso de botas no Verão. Não compreendo e aliás, não sei como é que suportam em plena estação com 30 e tal graus andarem na rua com botas quentes de Inverno..devem ter o pés a arder. Faz-me calor só de olhar. Claro que também há botas menos quentes e mais apropriadas para a meia estação, mas faz calor na mesma e na minha opinião, não é esteticamente bonito. E vocês? Usam ou também não são grandes apreciadoras?

Não percebo! (11)

Se há coisa que nunca entendi é a atitude das personagens do filmes de terror perante uma situação de susto. Vivem em casarões sombrios com andares sem fim e corredores e claro, tem de haver a típica noite de tempestade em que há qualquer ruído. Mas supostamente deviam enroscar-se nos lençóis e taparem-se até à cabeça (estejam graus negativos ou quase quarenta) e esperar para adormecer na esperança de acordarem na manhã seguinte sã e salvos (e sim, isto é baseado na minha experiência)! Um dia ainda me terão de explicar porque é que quando há um barulho ou algo do género, lá vão eles de laterna na mão ou candeeiro a petróleo (objeto típico de casa de filme de terror) como se fossem muito destemidos em busca de sabe-se lá o quê. E nós do outro lado do ecrã a gritar "não vás por aí, não vás por aí", "que estúpido, deixa-te estar no teu canto", "que burro", "isso, mata-te, força!". Agora na vida real também há os dois tipos de pessoas: (1) As que se deixam estar no seu canto ou fogem a sete pés (2) As que perante perigo fazem como nos filmes. Quanto a mim, já agi de ambas as formas. Acho que depende da dose de coragem que tenhamos naquele dia. E vocês, em qual dos tipos se enquadram?


P.S.: Estar a escrever este post de madrugada quando já está tudo a dormir cá em casa não é muito boa ideia...

Não percebo (10)

Não entendo as pessoas que assim que alguém não gosta de alguma coisa ou mostra o seu desagrado em relação a algo, dizem logo que é inveja. Então mas agora as pessoas já não podem ter opinião? Têm de dizer que sim a tudo, mesmo não gostando? À partida se eu não gosto de uma coisa, não a cobiço, logo não tem necessariamente a ver com inveja. Acho estúpida esta associação.

Não percebo! (6)

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No ano passado, tive algumas situações na minha turma, que me levaram a pensar e a refletir sobre o assunto. Penso que a curiosidade passa por todos nós, a diferença está em quem consegue controlá-la e em quem precisa de o fazer para se "sentir melhor". Eu própria já senti essa curiosidade, levada também por algumas influências...No entanto, sabia bem o que queria e não pretendia mais do que isso, tendo consciência dos meus atos, impondo um limite para certas situações.

E acho sinceramente muito estúpido os jovens que o fazem só porque acham que isso os torna superiores e melhores do que os outros, que lhes dá muita 'pinta' e faz como que já sejam "muito adultos", rebeldes e independentes. E quando no ínicio se escondem, para que ninguém descubra, mas depois quando se começa a descobrir, ficam todos contentes, a acharem que os outros os acham muito rebeldes por o fazerem. É mesmo rídiculo! Não vejo mesmo piada em estragar a nossa saúde e ainda por cima por motivos que nem têm uma justificação no mínimo plausível. Muitas vezes, parte da culpa é também dos pais. A ausência destes no quotidiano dos jovens e no acompanhamento tanto a nível escolar, como a nível educacional é um forte fator que influência também isto. Para além disso, o que lucram os jovens em transadarem a tabaco e serem umas chaminés ambulantes autênticas?!

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